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8 - E quanto ao consumo
?
A maioria das oficinas utilizam
um sistema chamado "one-way pressure", onde o controle
de ar admitido pelo supercharger é feito pelo próprio corpo
de borboletas. Assim, ele só será usado quando houver necessidade
real de torque, ficando inativo quando não houver. Levando-se
em conta que apenas 5% regime de trabalho de um motor é com
pressão, seu consumo torna-se praticamente o original, pois
o sistema de ignição e injeção são originais de fábrica.
9 - A instalação de um Supercharger
diminui a vida útil do motor ?
Não. Uma de suas características
mais marcantes é a presença de torque em baixas rotações,
como dito no item 06. Com isto, o motorista não precisará
acelerar tanto para chegar à mesma velocidade desejada, poupando
o motor. Dificilmente o motorista irá "esticar"
as marchas para vencer uma subida íngreme ou tentar uma ultrapassagem.
A 0,4 bar de pressão, o ganho de torque e potência está em
torno de 50%, sendo que toda a pressão estará disponível a
partir de 2.000 rpm, aparecendo já em marcha lenta.
10 - O equipamento é confiável
?
Totalmente. Os compressores
usados são o que há de mais moderno a nível mundial, reunindo
eficiência, durabilidade e confiabilidade. Seus fabricantes
são conhecidos mundialmente pela qualidade e eficiência de
seus produtos. A primeira é uma companhia sueca que trabalha
no desenvolvimento de compressores tipo parafuso há mais de
50 anos, que é a SRM (Svenska Rotor Maskiner AB), que retém
a patente mundial do sistema Lysholm ou Parafuso, com 32 licenças
em 23 países, e criou um segmento específico de compressores
automotivos chamada Opcon AB. A segunda Companhia é a Eaton
Inc., que fornece compressores volumétricos para várias montadoras
de automóveis há mais de dez anos.
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